sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Warren Buffett: O metacapitalista e sujeito realmente desprezível.

Warren Buffett, que neste próximo sábado completa 84 anos, é um sujeito realmente desprezível.
Presidente da Berkshire Hathaway, fortuna pessoal de US$ 60 bilhões, um dos cinco mais ricos habitantes desse planeta, é um dos apoiadores mais importantes de Barack Obama e do Partido Democrata e o típico bilionário descrito por Olavo de Carvalho como "metacapitalista", ou pertencente à "classe que transcendeu o capitalismo" e que usa o estado para livrar sua fortuna dos riscos da livre concorrência. Frederick Hayek também disse que "todos os movimentos socialistas são criações de elites intelectuais, generosamente financiados por milionários." Neca Setúbal e Guilherme Leal que o digam.
Warren Buffett ganhou as manchetes quando teve a cara-de-pau de "reclamar" que pagava menos imposto que sua secretária, o que ajudou a criar o clima político nos EUA para novas leis de aumentos de impostos pelo governo Obama. O conjunto de leis que tungam ainda mais recursos da sociedade americana para a máquina estatal foi apelidado de "lei Buffett".
Não é de hoje que Buffett é acusado de usar o estado para criar leis e regulações que protejam seus investimentos. Um dos casos mais ruidoso foi o oleoduto Keystone XL, uma obra importantíssima para a economia americana que transportaria quase 1 milhão de barris de petróleo por dia do Canadá para as refinarias do Texas e ainda geraria 20 mil empregos, torpedeada por um poderoso lobby que contou com a adesão entusiasmada dos eco-xiitas do governo Obama. E é aí que entra Warren Buffett.
Alguns meses após a posse de Barack Obama em 2009, a Berkshire Hathaway anunciou a compra de 22% da Burlington Northern Santa Fe, complexo de 50.000km de estradas e rodovias que cobrem boa parte da América do Norte, pela bagatela de US$ 32 bilhões. Segundo o próprio Buffett, foi a maior aquisição da sua vida. Com a não liberação das licenças ambientais para a construção do oleoduto, as rodovias e ferrovias de Buffett foram as maiores beneficiadas.
O último gracejo de Buffett foi financiar uma megafusão para, em termos práticos, mover a sede do Burger King dos EUA para o Canadá e pagar menos impostos. Enquanto financia Obama e o Partido Democrata para que tirem dinheiro da economia americana, com direito todo proselitismo político de distribuição de renda, Buffett move a sede de uma de suas maiores empresas para o país vizinho, privando os EUA de uma quantidade quase incalculável de impostos que seriam recolhidos no país.
Na eleição de 2012, Mitt Romney foi retratado pela radicalmente ideologizada imprensa americana como um rico insensível que buscava oportunidades para não pagar impostos. No mundo real, Romney, um ex-missionário, doa 30% de todos os seus rendimentos anuais para a caridade, além de também ter doado toda a herança recebida de seu pai, o ex-governador George Romney. Mas para a imprensa, Romney é o rico insensível e Buffett o solidário.
É essa gente que, como Buffett e George Soros, financia a esquerda mundial, influenciando na criação de impostos, regulações e inchando a burocracia estatal que protege suas fortunas e seus investimentos do surgimento de novos concorrentes. E ainda posam de solidários com a população com a prestimosa ajuda da imprensa, gozando da cara da opinião pública enquanto pregam aumentos de impostos para os outros e buscam paraísos fiscais para seus próprios negócios.
"Warren Buffett está envolvido na fusão entre Burger King e Tim Hortons"http://veja.abril.com.br/noticia/economia/warren-buffett-esta-envolvido-na-fusao-entre-burger-king-e-tim-hortons
"História de quinze séculos" (Olavo de Carvalho, 2004)http://www.olavodecarvalho.org/semana/040617jt.htm