sábado, 12 de abril de 2014

Parada do Orgulho LGBT será financiada com dinheiro público. Petrobras, Caixa Econômica e Governo Federal investirão milhões para promover evento gay.

Parada do Orgulho LGBT será financiada com dinheiro público

Petrobras, Caixa Econômica e Governo Federal investirão milhões para promover evento gay.

Michael Caceres
Segundo informação do colunista Lauro Jardim do Radar Online da Veja, a Parada do Orgulho LGBT de São Paulo deste ano será patrocinada mais uma vez com dinheiro público.
Os gastos com o evento gay serão custeados pela Petrobras, Caixa Econômica e Governo Federal. No ano passado, o custo do evento foi de 2,2 milhões de reais. A Petrobras teria destinado 200 000 reais e a Caixa 50 000 mil reais para apoiar a Parada LGBT.
Em 2012 a Marcha para Jesus do Rio de Janeiro, comandada pelo pastor Silas Malafaia, teve o apoio da prefeitura que investiu cerca de 2,48 milhões de reais no evento evangélico. Na época Malafaia devolveu uma grande parte deste montante aos cofres públicos, R$ 410 mil. Foi a primeira vez que a prefeitura ajudou financeiramente na organização de um evento evangélico na cidade.
Na época Malafaia informou que a Associação Vitória em Cristo, presidida por ele, também colaborou financeiramente com o evento. Apesar de concordar com a ajuda financeira a Parada Gay, Malafaia foi irônico: “Quero ver parada gay devolver algum dinheiro de evento”, disse.
Os valores exorbitantes investidos pelo Governo para promover o evento gay em São Paulo tem sido duramente criticado. O ativista cristão Júlio Severo chegou a denunciar em um dossiê os gastos públicos do Governo Federal para a organização deste tipo de evento.
Fonte: GospelPrime
Divulgação: www.juliosevero.com
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Duas Dinâmicas para Discussão e Debate em Sala de Aula – (Três Milhões para a Parada Gay em São Paulo e Rombo da Petrobras)

Disciplina: Conceitos Básicos de Economia e Finanças

Aos alunos Contabilidade, Economia, Microeconomia e Macroeconomia – 15/04/2014 d.C

Prof. Luis Cavalcante – Contabilista e Economista.

Duas Dinâmicas para Discussão e Debate em Sala de Aula – (Três Milhões para a Parada Gay em São Paulo e Rombo da Petrobras)

A Folha de São Paulo em 10/04/2014 d.C traz uma matéria sobre a APOGLBT - (Associação da Parada do Orgulho GLBT) sobre a 18a. edição da Parada Gay em 2014.

Cerca de R$ 3 milhões são investidos na Parada Gay deste ano - R$ 2 milhões sairão (já saiu?!!) dos cofres da prefeitura por meio da "Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania" (...) o resto do dinheiro vem dos patrocinadores, entre eles Petrobras, Caixa Econômica Federal, Governo do PSDB de São Paulo e Governo do PT Federal e Netflix.
Com estas informações acima, se você fosse o "governante, executivo", o que faria com com grande parte (maioria) deste dinheiro público na cidade de São Paulo?
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Fonte:



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É do balacobaco. Já contei a história aqui em detalhes. Só que o que o vem a público agora, em reportagem do Estadão, é ainda mais grave. A síntese é a seguinte: em 2005, a empresa belga Astra Oil comprou uma refinaria chamada Pasadena Refining System por US$ 42,5 milhões. Em 2006, vendeu 50% da refinaria à Petrobras por US$ 360 milhões. Para tornar a usina operacional, era necessário investir mais US$ 1,5 bilhão, conta que seria dividida entre a Petrobras e a Astra. O contrato previa que, se os sócios se desentendessem, a gigante brasileira seria obrigada a comprar a outra metade. Eles se desentenderam, e os belgas resolveram executar o contrato: pediram US$ 700 milhões por sua parte. A Petrobras não quis pagar, os belgas foram à Justiça e os brasileiros tiveram de ficar com a outra metade da sucata por US$ 820,5 milhões. Soma total do prejuízo: US$ 1,180 bilhão. A refinaria está parada, dando um custo milionário, todo mês, de manutenção.

Pois é… Até esta quarta, pensava-se que Dilma, que era ministra da Casa Civil e presidente do Conselho de Administração da Petrobras, não soubesse de nada à época. Prosperou a versão de que a negociação havia sido feita sem a sua anuência. Errado! Ela não só sabia como votou a favor da compra. Agora diz que ignorava a obrigação da Petrobras de ficar com a outra metade da empresa. Com a devida vênia, trata-se de uma cascata. E QUE SE NOTE: QUANDO A PETROBRAS COMPROU POR R$ 360 MILHÕES METADE DE UMA EMPRESA PELA QUAL OS BELGAS HAVIAM PAGADO R$ 42,5 MILHÕES — E DILMA CONCORDOU! —, JÁ SE TRATAVA DE UM ESCÂNDALO. AFINAL, SÓ NESSA OPERAÇÃO, SEM QUE SE REFINASSE UM BARRIL DE PETRÓLEO, OS BELGAS OBTIVERAM UM LUCRO DE 1.590% EM MENOS DE UM ANO.

Mais: o homem que negociou com a Petrobras em nome dos belgas é Alberto Feilhaber, um brasileiro que já havia trabalhado na… Petrobras por 20 anos e que se transferira para o escritório da Astra, no EUA. Quem preparou o papelório para o negócio foi Nestor Cerveró, à frente da área internacional da empresa brasileira então e hoje diretor financeiro da BR Distribuidora.
Essa compra escandalosa é hoje investigada pela Polícia Federal, pelo Ministério Público Federal, pelo Tribunal de Contas da União e, em breve, por uma comissão do Congresso.

Imaginava-se, até esta quarta, que tudo era mesmo culpa de José Sérgio Gabrielli, ex-presidente da empresa, de quem Dilma nunca gostou muito. Agora, a gente descobre que a soberana sempre soube de tudo, não é mesmo? Parece que Gabrielli cansou de levar a culpa sozinho. Abaixo, uma síntese do escândalo, que tem, sim, as digitais de Dilma. Pois é… Lembro do candidato Lula, em 2002 e em 2006 e da candidata Dilma, em 2010, acusando os tucanos de querer privatizar a Petrobras, o que nunca aconteceu. Eles não privatizaram. Prefeririam quebrar a empresa. A Soberana assumiu o mandato com a ação da empresa valendo R$ 29. Está sendo negociada agora a R$ 12,60.

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1: Em janeiro de 2005, a empresa belga Astra Oil comprou uma refinaria americana chamada Pasadena Refining System Inc. por irrisórios US$ 42,5 milhões. Por que tão barata? Porque era considerada ultrapassada e pequena para os padrões americanos.

2: ATENÇÃO PARA A MÁGICA – No ano seguinte, com aquele mico na mão, os belgas encontraram pela frente a generosidade brasileira e venderam 50% das ações para a Petrobras. Sabem por quanto? Por US$ 360 milhões! Vocês entenderam direitinho: aquilo que os belgas haviam comprado por US$ 21,25 milhões (a metade da refinaria velha) foi repassado aos “brasileiros bonzinhos” por US$ 360 milhões: mais de 1.590% de valorização em um aninho. A Astra sabia que não é todo dia que se encontram brasileiros tão generosos pela frente e comemorou: “Foi um triunfo financeiro acima de qualquer expectativa razoável.”

3: Um dado importante: o homem dos belgas que negociou com a Petrobras é Alberto Feilhaber, um brasileiro. Que bom! Mais do que isso: ele havia sido funcionário da Petrobras por 20 anos e se transferiu para o escritório da Astra nos EUA. Quem preparou o papelório para o negócio foi Nestor Cerveró, à frente da área internacional da Petrobras. Veja viu a documentação. Fica evidente o objetivo de privilegiar os belgas em detrimento dos interesses brasileiros. Cerveró é agora diretor financeiro da BR Distribuidora.

4: A Pasadena Refining System Inc., cuja metade a Petrobras comprou dos belgas a preço de ouro, vejam vocês!, não tinha capacidade para refinar o petróleo brasileiro, considerado pesado. Para tanto, seria preciso um investimento de mais US$ 1,5 bilhão! Belgas e brasileiros dividiriam a conta, a menos que…

5: A menos que se desentendessem! Nesse caso, a Petrobras se comprometia a comprar a metade dos belgas — aos quais havia prometido uma remuneração de 6,9% ao ano, mesmo em um cenário de prejuízo!!!

6: E não é que o desentendimento aconteceu??? Sem acordo, os belgas decidiram executar o contrato e pediram pela sua parte, prestem atenção, outros US$ 700 milhões. Ulalá! Isso foi em 2008. Lembrem-se de que a estrovenga inteira lhes havia custado apenas US$ 42,5 milhões! Já haviam passado metade do mico adiante por US$ 360 milhões e pediam mais US$ 700 milhões pela outra. Não é todo dia que aparecem ou otários ou malandros, certo?

7: A Petrobras se negou a pagar, e os belgas foram à Justiça americana, que leva a sério a máxima do “pacta sunt servanda”. Execute-se o contrato. A Petrobras teve de pagar, sim, em junho deste ano, não mais US$ 700 milhões, mas US$ 820,5 milhões!!!

8: Depois de tomar na cabeça, a Petrobras decidiu se livrar de uma refinaria velha, que, ademais, não serve para processar o petróleo brasileiro. Foi ao mercado. Recebeu uma única proposta, da multinacional americana Valero. O grupo topa pagar pela sucata toda US$ 180 milhões.

10: Isto mesmo: a Petrobras comprou metade da Pasadena em 2006 por US$ 365 milhões; foi obrigada pela Justiça a ficar com a outra metade por US$ 820,5 milhões e, agora, se quiser se livrar do prejuízo operacional continuado, terá de se contentar com US$ 180 milhões. Trata-se de um dos milagres da gestão Gabrielli: como transformar US$ 1,180 bilhão em US$ 180 milhões; como reduzir um investimento à sua (quase) sétima parte.
11: Graça Foster, a atual presidente, não sabe o que fazer. Se realizar o negócio, e só tem uma proposta, terá de incorporar um espeto de  US$ 1 bilhão.

12: Diz o procurador do TCU Marinus Marsico: “Tudo indica que a Petrobras fez concessões atípicas à Astra. Isso aconteceu em pleno ano eleitoral”.

Por Reinaldo Azevedo

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