quarta-feira, 24 de outubro de 2012

(Consequências de uma Política Populista do Governo Petista) -Brasil cai quatro posições em ranking do Banco Mundial


Brasil cai quatro posições em ranking do Banco Mundial

Soraia Abreu Pedrozo
Do Diário do Grande ABC


A alta burocracia, a abusiva carga tributária e a estagnação na agilidade para a abertura e o fechamento de empresas no Brasil fizeram com que o País perdesse quatro posições no ranking do Banco Mundial e passasse ao 130º lugar quando o assunto é o melhor ambiente de negócios. No relatório anual Doing Business 2013 o Brasil está bem atrás de nações vizinhas, a exemplo de Chile (37º), Peru (43º), México (48º), Paraguai (103º) e Argentina (124º). E supera em duas colocações a Índia (132º). Cingapura foi eleito como lugar mais fácil para se fazer negócios.

Contribuíram ao mau resultado a piora em quesitos como o prazo para se encerrar a atividade de uma empresa que, embora tenha sido mantido (leva quatro anos para o fechamento), o País caiu da 139º colocação em 2011 para 143º. Isso significa que outras nações reduziram a burocracia e galgaram posições. Para se ter ideia, a média dos países latinos é de três anos e um mês (no caso da Argentina, em 94º, dois anos e oito meses).

No Brasil, esse processo é tão moroso porque, para que um negócio deixe de existir de fato, o empresário precisa pagar tudo o que deve, quitando débitos tributários e bancários - e muitas vezes as portas são fechadas justamente pela falta de recursos. Além disso, é preciso apresentar à Jucesp (Junta Comercial do Estado de São Paulo) a certidão negativa de débitos trabalhistas, como o pagamento de INSS e FGTS, que também pesam para o empreendedor. Outro fator é a quantidade de declarações e obrigações acessórias. "Somente para reunir dados, calcular valores devidos e preencher documentos relativos aos principais tributos, uma empresa brasileira de médio porte gasta 2.600 horas por ano, ou seja, 108 dias. A Suíça demanda 15 horas e o Chile, 316. Nesse quesito, estamos na última colocação entre 183 países listados pelo Banco Mundial", compara o consultor Glauco Pinheiro da Cruz, diretor do Grupo Candinho Assessoria Contábil.

Não à toa, no quesito pagamento de impostos, o País caiu seis posições, para 156º. "O Brasil é líder mundial quando se trata de dificuldade no pagamento de tributos", afirma André Sacconato, diretor de pesquisa da Brain (Brasil Investimentos & Negócios).
Quanto ao período levado para abrir uma empresa, não houve alteração do ano passado para cá. O empreendedor leva até quatro meses para iniciar sua atividade de forma regulamentada. "Reunir a documentação para se abrir firma em países mais avançados pode levar 12 dias. Na melhor das hipóteses, em casos mais simples, o processo aqui demanda 49 dias, de acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior." No entanto, a posição no ranking do assunto subiu uma posição, de 122º para 121º. O que influenciou no resultado, segundo Sacconato, foi o custo, medido como percentual da renda per capita, que diminuiu, de 5,4% para 4,8%. "A dificuldade de pagar diminuiu por conta do aumento da renda do empresário brasileiro", aponta. Ainda assim, o custo médio para a abertura é de R$ 2.038. De acordo com Cruz, é três vezes mais do que se gasta na Rússia, Índia, China e África do Sul, que com o Brasil compõem os Brics.

Sacconato ressalta, porém, que o prazo de abertura tem como base os resultados de São Paulo, o que diminui o reflexo da realidade brasileira. "Há alguns municípios que possuem convênio com o governo estadual para informatizar os processos de licenciamento, o que reduz o período de início das operações para até cinco dias." De fato, no Grande ABC cidades como São Caetano, Mauá e Ribeirão Pires já aderiram ao SIL (Sistema Integrado de Licenciamento) e reduziram seus prazos para atividades que não oferecem perigo ao meio ambiente nem à saúde dos funcionários ou clientes e, portanto, não precisam de vistoria.


Fonte: ABC



Divulgação:

 


quinta-feira, 11 de outubro de 2012

A ética imoral esquerdista do bem estar social e gayzista estão acabando com a Europa! O progresso na Europa é a negação da realidade da condição humana. A Europa é hoje o pior local para um ser humano saudável viver.

O progresso na Europa é a negação da realidade da condição humana

by O. Braga

“Ser moderno é ver friamente a morte ao longe e não pensar nunca nela.” — Nicolás Gómez Dávila
Uma das características que marcou o homo sapiens (e também algumas espécies extintas de hominídeos, como por exemplo o Neanderthal), foi o culto dos mortos. Ora, parece-me que esse culto está a desaparecer na cultura europeia; porém, ainda subsistem uns resquícios “arcaicos” e “primitivos” do culto dos mortos na cultura antropológica europeia, mas parece-me que o “progresso” aponta para a extinção do culto dos mortos mediante uma “diferenciação cultural evolucionista”.
Ainda não vai muito tempo, quando havia um funeral na aldeia, o povo acorria em massa. Quebrava-se o tempo profano e aquele dia pertencia ao sagrado. Agora, como as aldeias estão praticamente desertas, esse fenómeno cultural desvaneceu. O povo das aldeias de Portugal, ou foi morrendo sem que tivesse direito ao culto da sua morte, ou emigrou para as grandes cidades, onde a morte é anónima e anódina. Hoje, morre-se anonimamente num apartamento qualquer da grande cidade, e ninguém dá por isso até que o cheiro nauseabundo do cadáver incomode os vizinhos.
O cidadão contemporâneo foi forçado pela política moderna a abandonar as pequenas comunidades (as aldeias e vilas) para se concentrar na megalópole.“Encontrar-se, para o homem moderno, significa dissolver-se numa colectividade qualquer” (Nicolás Gómez Dávila), porque na grande cidade não há comunidades, mas antes e apenas "colectividades".
Fenómenos culturais e políticos europeus, como o aborto e a eutanásia, traduzem esta cultura europeia do “vai morrer longe!”. Mete-se um indivíduo numa clínica, dá-se-lhe uma injecção atrás da orelha, e assunto encerrado e não se pensa mais no malogrado e na morte. E o aborto é outra tentativa de fazer de conta que a morte não existe, desta feita de forma radical, porque se recusa a vida ao malogrado nascituro.
Por detrás da cultura intelectual europeia actual — que contamina mortalmente a cultura antropológica dos povos da Europa — está a recusa obstinada e obstipada da realidade. E dessa recusa da realidade faz parte a negação radical das características fundamentais da natureza humana. E é neste quadro de recusa neognóstica da realidade que se inserem, por exemplo, os movimentos políticos de instauração do “casamento” gay e da adopção legal de crianças por pares de gueis, a ideologia de género, o aborto, a eutanásia, e culminando com a abolição do culto dos mortos na cultura antropológica.
A Europa é hoje o pior sítio para um ser humano saudável viver.
O. Braga | Segunda-feira, 8 Outubro 2012 at 8:05 am | Tags: eutanásiaideologia de géneroUnião Europeia | Categorias: A vida custaabortoéticaculturaEsta gente votaEuropahomocepticismoSociedadeUt Edita | URL: http://wp.me/p2jQx-dnX

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Um exemplo do que é a “eficiência do mercado” da economia neoliberal


Um exemplo do que é a “eficiência do mercado” da economia neoliberal

by O. Braga

Já descobri o que é a “mão invisível” da economia hayekiana e neoliberal que determina a “eficiência do mercado”:
Um corretor (e não “corrector”, com “c”) de uma empresa americana comprou, durante a noite de 29 para 30 de Junho, 520 milhões de US Dollars em futuros de petróleo — ¡ comprou 69% do mercado global disponível ! — , o que fez com que o preço do petróleo no mercado internacional subisse a pique.
Quando foi interrogado pela empresa para saber por que tinha feito essa compra durante a noite, o corretor explicou que não se lembrava de nada porque passou a noite bêbedo. Portanto, da próxima vez que a gasolina subir, provavelmente há um americano bêbedo que explica a “mão invisível da eficácia do mercado”.

On June the 30th 2009 oil mysteriously jumped by more than $1.50 a barrel during the night, to reach its highest price in eight months, the kind of swing that is caused by a major geopolitical event.
The amazing, true cause of this price spike has now been released by a Financial Services Authority investigation (FSA).
Although not authorised to invest company cash in trades Steve Perkins, a long standing, senior broker at PVM Oil Futures, had managed to spend $520 million on oil futures contracts throughout the night.
On the morning of the 30th an admin clerk called Mr Perkins to ask why he had bought 7 million barrels of crude during the night. Mr Perkins had no recollection of the transactions, and it turned out that he had made the trades during a “drunken blackout.”
By the time PVM had realised the transactions had not been authorised by a client, they had incurred losses of $9,763,252.
Between the hours of 1.22am and 3.41am, Mr Perkins gradually bought 69 percent of the global market, whilst driving prices up from $71.40 to $73.05, by bidding higher each time.
O. Braga | Sexta-feira, 28 Setembro 2012 at 7:01 pm | Tags: neoliberalismo | Categorias: A vida custaeconomiaGlobalismoTirem-me deste filme | URL:http://wp.me/p2jQx-dhx

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Paul Krugman alucinado - é o espelho da loucura socialista de imaginar possível um mundo onde o número de parasitas é maior do que aqueles que trabalham. Sua crença na emissão de moeda falsa é demente.



SÁBADO, 29 DE SETEMBRO DE 2012


Paul Krugman alucinado



Published on Sep 29, 2012 by nivaldocordeiro

O artigo de Paul Krugman publicado hoje na Folha de São Paulo (http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mundo/68929-a-loucura-da-austeridade-na-euro...) é o espelho da loucura socialista de imaginar possível um mundo onde o número de parasitas é maior do que aqueles que trabalham. Sua crença na emissão de moeda falsa é demente.



Fonte: http://defesa-hetero.blogspot.com.br/2012/09/paul-krugman-alucinado.html#.UGubBDxZVX0




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