terça-feira, 27 de março de 2012

A única forma de acabar com o capitalismo

A única forma de acabar com o capitalismo


by O. Braga

"El envejecimiento poblacional seguramente habrá de tener efectos sísmicos sobre las cuentas públicas y la estructura del estado de bienestar tal y como hoy lo conocemos.



También tendrá efectos preocupantes sobre el crecimiento económico al haber un menor porcentaje de trabajadores en activo, menor emprendimiento empresarial y quizás menor volumen de ahorro, además de sobreutilización del capital existente y poca capacidad económica de reposición de éste y de creación de otros novedosos."



via Demografía e inversión, claves de un futuro sombrío - Libre Mercado.





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Parece que a forma que a Esquerda arranjou para acabar, de uma vez por todas, com o capitalismo, é aniquilando a população — porque enquanto existir um grupo de apenas três seres humanos, existirá capitalismo.



Como o capitalismo é tão natural como o ser humano, a Esquerda pretende acabar com o ser humano através do aborto entendido como um dever cívico, para assim acabar com o capitalismo.





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«A Federação Portuguesa Pela Vida lança sexta-feira uma petição com vista à alteração de leis sobre o aborto, a Procriação Medicamente Assistida, o divórcio ou a mudança de sexo, que "foram sempre objeto da voz crítica do Presidente da República".»



Via Federação Pela Vida lança petição para mudar leis do aborto, divórcio e mudança de sexo

O. Braga
Sábado, 17 Março 2012 at 2:01 pm
Categorias: A vida custa, aborto, cultura, gnosticismo
URL: http://wp.me/p2jQx-aKp
 
 
Divulgação: http://cultura-calvinista.blogspot.com/

sexta-feira, 16 de março de 2012

As árvores da economia também morrem de pé (direto de Portugal)

by O. Braga


"A previsão económica é uma tarefa muito difícil e complexa, mas segue alguns princípios simples, infelizmente descurados. O primeiro é que a vida das empresas e dos negócios individuais é muito incerta. A única garantia económica é a falta dela."


via A regra do palpite


João César das Neves começa por criticar os “palpites dos amadores” em matéria económica, para imediatamente logo a seguir dizer que “a única garantia económica é a falta dela” — o que significa, em termos objectivos, que os palpites dos amadores estão justificados.


Depois, João César das Neves faz uma analogia entre a economia — o mundo das empresas — e a natureza: a paisagem selvagem permanece semelhante a si mesma ao longo dos anos, apesar das “existências atribuladas, imprevisíveis e muitas vezes efémeras” da natureza vegetal. O problema é que João César das Neves não previu a existência das queimadas e dos fogos florestais que podem destruir a paisagem vegetal por décadas.


E há duas maneiras de lidar com as consequências dos fogos florestais: ou deixar que a natureza restabeleça a paisagem verdejante enquanto entregue a si mesma e à “mão invisível” da sua relação com a terra, ou implementar medidas activas de reflorestamento das áreas ardidas. O engenheiro agrónomo Passos Coelho optou pela primeira hipótese.


É claro que é impossível, a quem quer que seja, prever a ocorrência, na natureza, de “fogos, secas e cheias”; mas é burrice entregar à natureza a responsabilidade exclusiva da sua reconstituição arborícola depois de uma qualquer catástrofe natural. A natureza é demasiado importante para que seja entregue a si mesma.


O que se passa, muitas vezes, é que a natureza é entregue a si mesma em nome de um qualquer dogma naturalista, por um lado; e, por outro lado, outras vezes e em contraponto, o frenesim naturalista do excesso de intervenção das engenharias agrícolas impede que a própria natureza cumpra o seu papel regenerador. A ciência agrícola parece não saber encontrar o justo-meio.


Um velho amigo disse-me um dia, na minha juventude, que basta olhar para os pinheiros, “ali no horizonte”, para sabermos de onde sopra o vento. Trata-se de um conhecimento empírico: “pela aragem, sabemos quem vai na carruagem”.


Se alguma coisa de científico existe na economia, é exactamente esta capacidade de análise empírica — que se reflecte no conceito de João César das Neves segundo o qual “uma vez que o desemprego aumentou, é mais provável que pare e desça, do que continue”: o raciocínio é tautológico [se não vai chover, vai fazer sol], mas ninguém nos garante que depois da chuva não vem uma tempestade tropical.


Como dizia Nicolás Gómez Dávila, não podemos prever o futuro mas podemos analisar empiricamente os contextos históricos; e podemos pressentir as tendências de futuro. E os “palpites do amadores” nada mais são do que o pressentimento empírico das tendências do futuro da nossa floresta, em função da actual elite política que faz da “regeneração espontânea” da natureza, um dogma.

O. Braga

Segunda-feira, 12 Março 2012 at 11:53 am
Categorias: A vida custa, economia
URL: http://wp.me/p2jQx-aFR
 

Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com