quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Eliézer de Mello Silveira denunciou Luiz Mott ao Ministério Público Federal da Bahia: APOLOGIA DE CRIME DE PEDOFILIA. Luiz Motta, professor universitário, líder do movimento gay, petista, esquerdista, marxista e socialista da Universidade Federal da Bahia, agraciado por LULA por medalha, se orgulha de ter tido relações sexuais com mais de 500 homens, deve ir URGENTE PARA CADEIA POR FAZER APOLOGIA A PEDOFILIA. Um abismo chama outro abismo!

Eliézer de Mello Silveira denunciou Luiz Mott ao Ministério Público Federal da Bahia: APOLOGIA DE CRIME DE PEDOFILIA. Luiz Motta, professor universitário, líder do movimento gay, petista, esquerdista, marxista e socialista da Universidade Federal da Bahia, agraciado por LULA por medalha, se orgulha de ter tido relações sexuais com mais de 500 homens, deve ir URGENTE PARA CADEIA POR FAZER APOLOGIA A PEDOFILIA. Um abismo chama outro abismo!

http://luis-cavalcante.blogspot.com/2011/12/eliezer-de-mello-silveira-denunciou.html

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

A economia vudu

A economia vudu

by O. Braga

O problema dos economistas é que confundem “previsão” com “extrapolação”. E esta confusão pode ter consequências catastróficas!

O. Braga | Quinta-feira, 24 Novembro 2011 at 8:13 pm | Categorias: A vida custa | URL: http://wp.me/p2jQx-9hW

Comentário


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A ideologia política é a redução da filosofia a uma teoria para tótós

A ideologia política é a redução da filosofia a uma teoria para tótós

by O. Braga

«A comparação com um administrador ou um gestor de falências, ou da "massa falida", tem razão de ser perante uma entrevista em que o economês se tornou o politiquês.
A redução da política a uma determinada forma de pensar a economia, vista da perspectiva de uma empresa e não de um país, uma nação, é um erro ou uma perigosa errância política.
Embora pareça desprovido de ideologia e passe por ser uma linguagem "científica" com a intangibilidade que habitualmente se dá à ciência (como à cultura), o economês-politiquês é profundamente ideológico e bem pouco científico, contém um programa público e uma agenda parcialmente escondida, e é típico também dos momentos de transição, de "ajustamento".»

O. Braga | Segunda-feira, 5 Dezembro 2011 at 9:17 am | Categorias: A vida

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sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Algumas origens da Crise Econômica Mundial que a maioria dos economistas desconhecem.

Questões de vida e família permeiam todas as questões econômicas na crise mundial de dívida
http://familiaestruturada.blogspot.com/2011/11/questoes-de-vida-e-familia-permeiam.html

Questões de vida e família permeiam todas as questões econômicas na crise mundial de dívida



Questões de vida e família permeiam todas as questões econômicas na crise mundial de dívida

 

ROMA, Itália, 7 de novembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — O que a maioria dos especialistas seculares, políticos, lobistas, banqueiros e o público não entendem sobre a crescente crise econômica da Europa e do resto do mundo ocidental é a relação íntima das políticas anti-vida e anti-família do Ocidente, um proeminente escritor de economia disse para LifeSiteNews.com.
John Medaille

John Medaille, autor, empresário, palestrante e instrutor de teologia da Universidade de Dallas, disse para LifeSiteNews.com que “as questões da vida… permeiam todas as questões econômicas” e que compreender isso é crucial para se entender a natureza da crise mundial.
O crescimento do Estado, o monopólio da propriedade dos recursos do mundo por parte de empresas imensas, a dependência dos cidadãos no Estado e uma dívida inimaginavelmente imensa e insolúvel dos governos e cidadãos particulares são a consequência da erosão das proteções para a família como a unidade fundamental da sociedade, disse ele.
Medaille é o autor dos livros The Vocation of Business (A Vocação Empresarial) e Toward a Truly Free Market: A Distributist Perspective on the Role of Government, Taxes, Health Care, Deficits, and More (Em Direção a Um Mercado Realmente Livre: Uma Perspectiva Distributista sobre o Papel do Governo, Impostos, Assistência de Saúde, Déficits e Mais).
O autor disse que a conexão entre a deterioração da família e a crise econômica pode ser observada muitíssimo facilmente no colapso do mercado imobiliário. “Durante o crescimento econômico acelerado”, disse Medaille, “construímos 1,6 milhão de casas, mas formamos apenas 1,2 milhão de lares. Obviamente, a demanda por casas é impulsionada pela formação de lares. E muitos dos domicílios que se formaram eram do tipo que pode ser dissolvido ou consolidado com facilidade: indivíduos solteiros, com ou sem filhos, e casais amigados”.
A economia não é uma gnose mística que apenas uns poucos iniciados conseguem compreender, disse ele. É baseada em pessoas e suas necessidades. Em resumo, o crescimento populacional dos países mais avançados economicamente está estagnado, com o aborto legal e a contracepção colocando os índices gerais de fertilidade muito abaixo do nível de substituição. E quando há menos pessoas, famílias separadas e menos casamentos, há naturalmente menos estabilidade econômica, menos demanda por bens e serviços e menos capacidade para produzi-los.
“Por debaixo da economia”, explicou Medaille, “há cinco colunas: demografia, propriedade de terras, recursos naturais, trabalho e dinheiro — como é criado e destruído. A deterioração de qualquer um deles leva a deterioração de todos eles”.
O erro que os governos modernos estão cometendo, disse ele, é substituir, ou deslocar, funções que no passado eram realizadas na família. A inteira tendência que tem levado a uma crescente intervenção estatal na vida de família é consequência do enfraquecimento das estruturas da família. Sem esses, Medaille diz, o governo tinha pouca escolha senão intervir. “Mas em algum ponto”, disse ele, o Estado com dívidas imensas “não mais pode cumprir suas promessas”.
“Veja o sistema de seguridade social. Em toda a história, isso significaria uma de duas coisas: você tinha muito dinheiro ou você tinha muitos filhos. Já que a maioria das pessoas não tinha muito dinheiro, elas precisavam ter muitos filhos. O cuidado da família era uma prática espalhada entre as gerações, com cada um provendo algo. As relações entre as gerações eram mediadas de forma natural, e havia um limite quanto ao que os idosos podiam pedir dos jovens (e vice-versa). Mas quando o Estado se torna o fator mediador, esses limites são removidos e as demandas aumentam. Os reais ganhadores na seguridade social são aqueles que tiveram poucos filhos ou nenhum. Eles dependem dos filhos dos outros para pagar impostos, mas evitaram todos os custos (e sofrimentos) de eles mesmos criarem filhos”.
A ideia de um “salário mínimo” é outro conceito perdido na economia moderna, que foi originalmente baseado nas reais necessidades de pessoas reais vivendo no contexto de uma família.
“À medida que a família deixou de ser em si um centro de produção, mais renda havia nos salários. Mas quando um salário de fora é insuficiente para sustentar uma família, ou a família era ensinada (por meio de propagandas publicitárias e outros meios culturais) a multiplicar seus desejos além do que até mesmo um salário decente poderia sustentar, as mulheres acharam necessário trabalhar fora de casa. Mas o trabalho no lar ainda tinha de ser feito. Por isso, os restaurantes, as creches, os serviços domésticos, etc., se expandiram. Esses são caros, e muitas famílias recorreram ao Estado em busca de ajuda”.
O resultado, explicou ele, é um Estado assistencialista em que a população, mesmo quando não está recebendo diretamente benefícios do governo, fica totalmente dependente do Estado para manter um padrão de vida artificialmente elevado. E embora as demandas financeiras sobre a família experimentem limites naturais, não há tal limite quando o Estado substituiu a família como a unidade fundamental da economia. As tensões dessas demandas acabam ultrapassando a capacidade do Estado prover.
Essa situação vem sendo acelerada pelos antigos sistemas assistencialistas da Europa que intervêm nos cidadãos desde o nascimento até a morte, e o resultado parece ser uma espiral inescapável em direção ao caos econômico e social. Embora a União Europeia esteja desesperadamente atrás de países dispostos a contribuir para seus planos de socorro financeiro de vários bilhões de euros, e a população continue a esperar maciços programas sociais públicos, o público está cada vez mais perplexo com as políticas da União Europeia de dívidas estatais cada vez maiores.
Daniel Hannan, político do Partido Tory e membro eurocético do Parlamento Europeu, escrevendo no jornal Sunday Telegraph deste final de semana resumiu a opinião pública em toda a Europa, dizendo que as pessoas “não compreendem o motivo por que a União Europeia está acelerando todas as políticas que criaram a crise em primeiro lugar”.
Resumindo boa parte da opinião popular em toda a Europa, Hannan escreveu: “Eles não entendem o motivo por que o governo central europeu em Bruxelas está tratando a crise de dívida fazendo mais dívidas. Eles não entendem como a Grécia pode ser ajudada com mais empréstimos. Eles não entendem o motivo por que os interesses dos povos da Europa estão sendo sacrificados, tudo para se manter o euro unido. Eles não entendem o motivo por que a UE está acelerando todas as políticas que criaram a crise em primeiro lugar”.
De acordo com Medaille, a crise do euro é de fato um bom exemplo do problema de substituir concretas realidades humanas com ideologias como o alicerce das economias modernas.
“Uma moeda expressa uma economia, mas a Europa não tem uma economia, mas muitas. E tratar a Grécia como a Alemanha ofereceu benefícios de curto prazo para ambos, ao custo da estabilidade de longo prazo. Estamos no longo prazo, e agora não há nenhum jeito de estabilizar as coisas”.
Na Europa o público está perplexo e recorrendo à ira enquanto o euro e possivelmente o “projeto europeu” inteiro — o de criar um gigante superestado — parecem estar cambaleando.
Na Inglaterra o governo de coalizão de David Cameron está sob ameaça à medida que crescem as demandas tanto do público quanto do seu gabinete governamental para se fazer um referendo sobre o lugar da Inglaterra como membro da UE, umas das principais promessas de campanha que Cameron renegou logo nas primeiras semanas depois de assumir como primeiro-ministro. Cameron foi confrontado nesta semana pelos ministros de seu gabinete. Eles estavam irados com uma potencial conta de 40 bilhões de libras para resgatar o euro.
O público alemão também está se opondo de modo vociferante ao fato de que os impostos deles vão dar suporte para o que é visto como governos irresponsáveis e corruptos da região mediterrânea, enquanto a economia da Irlanda, que começou a crescer de forma acelerada recentemente, está cambaleando sob o peso de bilhões de euros de dívida imposta pelo Fundo Monetário Internacional e pela UE.
Os líderes da UE estão desesperadamente buscando assistência financeira, até mesmo de economias de segunda e terceira categoria como Brasil, África do Sul e Rússia. A China parece ter categoricamente recusado atender aos pedidos de assistência, com a agência noticiosa oficial Xinhua dizendo num editorial: “A China não pode assumir o papel de um salvador para os europeus, nem fornecer uma ‘cura’ para o declínio moral e social da Europa. Obviamente, cabe aos próprios países europeus tentarem resolver seus problemas financeiros”.
Para ler mais sobre Distributismo como uma solução alternativa para o globalismo econômico: The Distributist Review
Artigos relacionados:
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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terça-feira, 11 de outubro de 2011

A imoralidade, a pedofilia e a quebra das Leis Teonômicas - é a causa para este blogueiro do Estudo que aponta que 25% das crianças do R.Unido serão pobres em 2020

Estudo aponta que 25% das crianças do R.Unido serão pobres em 2020

Londres, 11 out (EFE).- Uma em cada quatro crianças do Reino Unido viverão na pobreza absoluta no fim desta década, devido à política fiscal e de subsídios do atual governo britânico, informa um estudo publicado nesta terça-feira.

A análise feita pelo Instituto de Estudos Fiscais (IFS, na sigla em inglês), uma organização de pesquisa financeira independente, indica que a renda média da população cairá 7% no fim desta década, o que levará mais crianças à pobreza absoluta.

De acordo com o IFS, 3,1 milhões de crianças (23,1%) viverão na pobreza absoluta em 2020, em comparação com os 2,8 milhões (21,1%) contabilizados atualmente. Segundo o instituto, a pobreza "absoluta" se dá quando uma família recebe menos de 60% da renda média.

A organização considera que os cortes nos subsídios às famílias aplicados pelo governo de coalizão e o aumento dos impostos, como o IVA (que passou de 17,5% para 20%), estão afetando as famílias.

O IFS acrescenta que a atual administração britânica não cumprirá com os objetivos de reduzir a pobreza, contidos na chamada Lei de Pobreza Infantil, aprovada pelo governo anterior com o apoio de todos os partidos em 2010 e que estabelecia que não mais de 5% das crianças deverão viver na pobreza absoluta no final desta década.

"O governo anterior aumentou consideravelmente a despesa em subsídios e ajudas fiscais para as famílias com crianças e a pobreza infantil caiu para cerca de um quarto entre 1998 e 2009", afirmou um dos autores do relatório, James Browne.

"Mas isto não foi suficiente para que o governo atingisse seus objetivos sobre a pobreza infantil", acrescentou.

No entanto, um porta-voz do governo informou nesta terça-feira que o estudo não leva em consideração o impacto que terá a mudança de comportamento das pessoas devido às alterações no chamado estado de bem-estar, já que a atual administração estimulará os cidadãos a procurar trabalho para não depender das ajudas estatais.

A diretora da organização Child Poverty Action Group, Alison Garnham, disse nesta terça que este "relatório deixa as estratégias sobre a pobreza infantil e a mobilidade social do governo em perigo".

"Os ministros parecem negar que, devido às atuais políticas, seu legado sobre a pobreza infantil pode ser o pior de todos os governos em 25 anos", acrescentou.                                                                                                                                                                                                                          

Fonte: http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/2011/10/11/estudo-aponta-que-25-das-criancas-do-runido-serao-pobres-em-2020.jhtm

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quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Recrutar para área financeira é mais difícil no Brasil

04-10-2011

Contratar profissionais de finanças e contabilidade no Brasil é mais desafiador do que em qualquer outro país. De acordo com pesquisa realizada pela Robert Half, com mais de seis mil profissionais da área financeira em 18 nações, metade das empresas brasileiras considera a busca por talentos dessa área muito difícil. No restante do mundo, essa é uma preocupação de apenas 19% dos gestores ouvidos pela líder mundial de recrutamento.

A forte procura por mão de obra especializada em finanças e contabilidade é reflexo direto do aquecimento da economia brasileira. “Os melhores profissionais foram recentemente contratados ou promovidos. Atrair essa mão de obra tem custado caro para as empresas”, revela Mário Custódio, especialista em recrutamento da divisão de Finanças e Contabilidade da Robert Half.

Os maiores desafios estão no recrutamento para as áreas de finanças e auditoria. A pesquisa mostra que 34% das organizações têm dificuldade para contratar profissionais de finanças e um quarto delas não consegue preencher as posições de auditores.

“O mercado brasileiro vive um momento de fusões e aquisições de novos negócios, investimentos de multinacionais e preparação para venda de operações, o que exige auditorias detalhadas”, diz Custódio.

O desafio de encontrar pessoal qualificado disponível para atuar nessas áreas tem inflacionado os salários. “Muitas vezes, esses especialistas só aceitam mudar de emprego com oferta de aumento salarial de 60% a 70%. E as empresas não estão mais dispostas a supervalorizar os talentos como fizeram antes da crise”, garante.

Por isso, a “guerra” por executivos nessa área faz com que parte das empresas considere estratégica a política de retenção de talentos. Mais de 25% dos gestores de finanças brasileiros estão muito preocupados em manter seus principais quadros. Entre os 18 países pesquisados, o Brasil aparece na terceira colocação nesse quesito, atrás apenas de Cingapura (38%) e Hong Kong (29%).

Segundo o especialista, as empresas têm apostado na formação de mão de obra como forma de valorização dos funcionários. “Há uma demanda acentuada por jovens que estão entrando no mercado e que podem ser treinados apesar do pouco conhecimento técnico. Essa tem sido uma escolha mais frequente, ao invés de trazer do mercado pessoas com salários inflacionados”, explica.

Mesmo com toda a dificuldade de encontrar no mercado profissionais de finanças e contabilidade, as organizações brasileiras estão otimistas quanto às perspectivas para o próximo ano.

Metade dos executivos do Brasil está muito confiante no crescimento de suas empresas em 2012, atrás apenas dos Emirados Árabes, onde o otimismo atinge 51% dos entrevistados. Já na Europa, impactada pela crise, os britânicos são os mais pessimistas, e apenas 7% deles apostam em bons resultados no próximo ano, assim como 12% dos franceses.

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Matéria relacionada

- Executivos financeiros são os mais propensos a trocar de emprego

Fonte: http://www2.uol.com.br/canalexecutivo/notas111/041020115e.htm


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segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Não é bem assim, porém, saiu no Jornal Valor Econômico: Calvinismo iniciou cultura relojoeira

Calvinismo iniciou cultura relojoeira
Por De Schaffhausen

A tradição relojoeira suíça remonta ao século XVI e está intimamente ligada à Reforma Protestante. O teólogo João Calvino, um dos protagonistas daquele movimento de contestação à Igreja Católica, acompanhou o fluxo de fugitivos da perseguição aos protestantes franceses e exilou-se a Suíça em 1536 - quando ela ainda era Confederação Helvética - e, entre idas e vindas, lá se estabeleceu.
Em Genebra, em 1541, ele começou a pregar suas "leis morais", que aconselhavam os fiéis da nova doutrina a buscar uma conduta diária irrepreensível e a fugir, entre outros pecados, da ostentação.
Os joalheiros, diante do impasse, resolveram começar a se dedicar à relojoaria. Mais discretos que as joias e com uma função prática - a de mostrar as horas -, os relógios (na época apenas de bolso) não eram mal vistos pelo calvinismo. Mais que isso, os mais raros e bem acabados ainda serviam para seus donos como indicativo de prosperidade, principal sinal da "predestinação", um dos pilares centrais da religião.

Em 1601 os relojoeiros em Genebra uniram-se em uma guilda e os relógios suíços já eram reputados em regiões próximas. A partir daí, a tradição de montagem, criação e desenvolvimento das chamadas complicações para relógios mecânicos se espalhou para outras cidades do oeste do país, especialmente aquelas no entorno das montanhas Jura, como Neuchâtel e Bienne.

A indústria relojoeira suíça só viveria tempos realmente difíceis quase 400 anos depois, durante a "crise do quartzo". Movidos a bateria e mais baratos que os mecânicos, os relógios de "quartzo", começaram a ser vendidos em escala a partir da década de 1970 e tiraram a hegemonia suíça.
Muitas marcas sobreviveram - e se destacaram no mercado - vendendo relógios mecânicos como artigo de luxo. (CVM)

Fonte: http://www.valor.com.br/estampa/1015148/calvinismo-iniciou-cultura-relojoeira



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INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E CULTURA REFORMADA

Reformar a Sociedade Brasileira através da Reforma da Educação
e Cultura a partir da Cosmovisão Cristã, Reformada e Calvinista.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Lewis y Bonhoeffer como modelos de vida universitaria

Lewis y Bonhoeffer como modelos de vida universitaria

Clique no linka abaixo para acessar a matéria:
http://cienciasdareligiaoreformacional.blogspot.com/2011/08/lewis-y-bonhoeffer-como-modelos-de-vida.html


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domingo, 21 de agosto de 2011

Escritos políticos de Dooyeweerd em revisão

Escritos políticos de Dooyeweerd em revisão
por Lucas G. Freire

A edição, inédita em português, de dois ensaios de Herman Dooyeweerd sobre teoria do Estado está em processo de preparação e revisão. Dooyeweerd, antes de filósofo, contribuiu (e muito) para o desenvolvimento da Ciência do Direito, a ponto de o famoso Hans Kelsen ter mudado de opinião no final de sua vida por conta da contribuição de Dooyeweerd.

O livro, além de indicar o contorno de uma teoria política séria e profunda fundamentada no motivo-base cristão, também contribuirá para o maior conhecimento da abordagem neocalvinista no contexto lusófono. Por conta de erros grotescos de tradução, o chamado “novo calvinismo” (new calvinism), que de calvinismo pouco ou nada tem, foi associado ao nome de Kuyper, Bavinck, Schilder, Dooyeweerd, Groen van Prinsterer e outros. Assim, o vetusto neocalvinismo, força motriz do grandioso desenvolvimento político e cultural holandês a partir da segunda metade do século XIX, tem sido injustamente criticado por conta de uma associação mnemônica superficial com o dito “novo calvinismo”.

Também contribui para a confusão geral o fato de teólogos ligados à tradição introspectiva (e, em alguns casos, hipercalvinista e hiperpactualista) holandesa terem, desde a era Kuyper, criticado a defesa neocalvinsta do cristianismo como uma cosmovisão que tudo abrange. Ocorre que tais textos foram traduzidos sem que antes se ouvisse a voz kuyperiana. Pior: traduzidos sem maiores explicações sobre o fato de serem derivados de uma agenda politico-eclesiástica específica, ligada aos debates eclesiológicos holandeses. Por conta de tradução e divulgação descontextualizada dessas críticas, o povo lusófono carece de uma clareza sobre o que significa entender o cristianismo como cosmovisão.
O melhor a fazer é ler os textos (tando de um lado como de outro) nos seus respectivos contextos. Enquanto isso, simplesmente afirmo que, se cremos que o cristianismo tem algo a dizer sobre a política, devemos ler com avidez o que outros cristãos reformados, confessionais e intelectualmente privilegiados disseram no passado, em vez de tentar reinventar a roda através, ironicamente, do plágio escolástico que prevalece nos nossos meios.

Fonte: http://neocalvinismo.wordpress.com/2011/03/26/escritos-politicos-de-dooyeweerd-em-revisao/


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quinta-feira, 18 de agosto de 2011

A desonestidade científica de Ulisses Capozzoli: 171 epistêmico sobre o status de teorias científicas no contexto de justificação teórica

A desonestidade científica de Ulisses Capozzoli: 171 epistêmico sobre o status de teorias científicas no contexto de justificação teórica

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quinta-feira, 4 de agosto de 2011

VOCÊ É O NOSSO CONVIDADO ESPECIAL: Café da Manhã da UPH/IPO com Humberto Cagno

VOCÊ É O NOSSO CONVIDADO ESPECIAL: Café da Manhã da UPH/IPO com Humberto Cagno

VOCÊ É O NOSSO CONVIDADO ESPECIAL:
Café da Manhã da UPH/IPO com Humberto Cagno

TEMA:
Compatibilizando a Espiritualidade com o Trabalho.

PALESTRANTE:
Humberto Cagno
Presidente da Siemens Enterprise Communications para América Latina e Brasil e Presbítero da Igreja Presbiteriana do Alphaville e envolvido em vários ministérios na área de evangelização/missões, voluntariado e crescimento espiritual e ocupa a coordenação do Ministério dos Homens da Igreja.


Data: 06/08/2011 d.C - SÁBADO
Horário do Café: 8h00 às 9h00

Horário Palestra/Evento: 9h00 às 11h00

Local: Igreja Presbiteriana do Brasil em Osasco/SP

Rua Rev. Paulo Lício Rizzo, 207 - Centro

Osasco - SP - CEP.: 06018-010



ENTRADA FRANCA:

Confirmar a presença no fone (11) 3448-3124 ou
pelo e-mail: prof.luiscavalcante@bol.com.br


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quarta-feira, 3 de agosto de 2011

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Abriram as Inscrições para o Congresso de Psicologia e Cristianismo no Mackenzie!

Abriram as Inscrições para o Congresso de Psicologia e Cristianismo no Mackenzie!


O Mackenzie vem oferecendo há vários anos congressos internacionais de grande porte onde são tratados temas relevantes para a comunidade acadêmica e para o público em geral. Nestes congressos procura-se abordar os assuntos do ponto de vista da confessionalidade cristã reformada do Mackenzie em diálogo com outros olhares e entendimentos.

Este Congresso sobre Psicologia e Cristianismo segue esta linha de abordagem. Os principais palestrantes, Dr. David Powlison e Dr. Eric Johnson, são doutores formados em universidades seculares na área de psicologia, e tratarão do tema do ponto de vista cristão. Outros palestrantes, igualmente preparados, lançarão um olhar secular e crítico sobre esta relação entre fé e psicologia.

É um momento inédito, em que uma Universidade de grande porte e renome encara o assunto Psicologia e Cristianismo pelo viés cristão sem perder o diálogo com outras abordagens do tema.

As inscrições já estão abertas. CLIQUE AQUI para se inscrever e para mais informações.

As palestras serão transmitidas ao vivo pela internet e ficarão disponíveis para download gratuito após o evento.

Fonte: http://tempora-mores.blogspot.com/2011/07/abriram-as-inscricoes-para-o-congresso.html
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Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com

Apoio:

FRENTE BÍBLICA E POLÍTICA DE UNIDADE de Cristãos, Reformados, Calvinistas, Puritanos, Evangélicos, Teonomistas e Pentecostais para Orientação e Organização Política e Estabelecimento da Moral nas Eleições de 2012 e 2014 no Estado de São Paulo.
http://educacaoeculturareformada.blogspot.com/2011/07/frente-biblica-e-politica-de-unidade.html

terça-feira, 31 de maio de 2011

Casamento reduz pobreza infantil em dois terços

Equipe LifeSiteNews
WASHINGTON, EUA, 30 de maio de 2011 (Notícias Pró-Família) — O Instituto de Pesquisa de Religião e Casamento (IPRC) do Conselho de Pesquisa da Família divulgou na sexta-feira um resumo do documento que mostra que o bem-estar econômico dos Estados Unidos tem forte relação com o casamento.
O documento, intitulado Casamento e Bem-Estar Econômico, mostra que casais casados estão em melhor situação econômica do que as pessoas em qualquer outra estrutura de família. O documento relata que só 5,8 por cento das famílias casadas estavam vivendo em pobreza em 2009.
“Essa pesquisa documenta claramente o motivo por que o casamento é uma parte importante e fundamental da sociedade”, comentou o Dr. Pat Fagan, diretor do IPRC. “Ter a segurança do casamento em que criar crianças é vital para se reduzir a dependência nos programas de assistência social do governo que custam pelo menos 112 bilhões de dólares anualmente aos cidadãos que trabalham e pagam impostos”.
A análise mostra que os homens casados tendem a ter históricos empregatícios mais estáveis e ganham, em média, quase 30 por cento a mais do que outros homens que não são casados. O casamento também influencia as mulheres e crianças de forma positiva. As mulheres casadas têm menos probabilidade de viverem vidas destituídas, e crianças de famílias casadas têm mobilidade econômica mais forte do que os adultos.
Fagan apontou para o custo imenso do divórcio na sociedade, notando: “Se o governo se comprometesse a reduzir a desintegração da família em apenas 1 por cento, os cidadãos que pagam impostos teriam uma economia aproximada de 1,1 bilhão de dólares por ano”.
“Entretanto, o melhor jeito de se reduzir o tamanho desses programas de assistência social é a nível individual, com relacionamentos ligados a compromissos e que estejam unidos por meio do matrimônio”, concluiu Fagan.
A análise completa da pesquisa pode ser baixada daqui.
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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quarta-feira, 25 de maio de 2011

O economista americano Robert Shapiro faz palestra no Mackenzie


No dia 24 de maio, às 19h, no auditório Ruy Barbosa, autoridades do Mackenzie, diretores, professores, funcionários e convidados puderam apreciar a palestra do economista norte-americano Robert Shapiro, que teve como tema a “A Previsão do Futuro”, baseado em seu livro mais recente.

O evento foi uma iniciativa do Decanato de Extensão do Mackenzie e do programa de pós-graduação do Centro de Ciências Sociais e Aplicadas (CCSA), em busca da excelência dos seus cursos por meio da troca de experiência com profissionais renomados de várias nacionalidades. A parceria do Mackenzie com o projeto Fronteiras do Pensamento viabilizou a vinda de personalidades como Robert Shapiro, abrindo as portas para que outros palestrantes de renome internacional possam ser apreciados por mackenzistas, ao longo do ano de 2011.

Na abertura, uma devocional foi realizada pelo chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie, doutor Augustus Nicodemus Gomes Lopes e, em seguida, o decano de Extensão, doutor Cleverson Pereira de Almeida deu as boas-vindas a todos os presentes e apresentou um breve currículo do palestrante.

Em sua palestra, Robert Shapiro explicou que grandes mudanças ocorrerão no mundo graças à globalização, ao envelhecimento da população mundial e a nova força que os países emergentes possuem na economia mundial. “Ao longo do tempo, temos demarcados os períodos em que nações criaram bases sólidas de desenvolvimento: o grande salto dos Estados Unidos foi no século XIX, Japão e países asiáticos no século XX, e agora, no século XXI, acontece com os países emergentes”, explicou.

O economista também destacou que, da mesma forma que as ascensões se alternam, as crises são implacáveis. “A crise econômica foi comum na América Latina nos anos 80, na Ásia nos anos de 90, nos Estados Unidos em 2008 e agora, na Europa.”


Parte destas crises deve-se ao envelhecimento da população, que necessita de maiores cuidados em idade avançada e aumenta consideravelmente os gastos de uma nação. “A proporção de pessoas ativas em relação aos aposentados cai gradativamente. Em países como a Alemanha, França, Itália, o número de trabalhadores ativos para cada aposentado está em 1,8 por pessoa”, diz Shapiro. “Nas Américas essa proporção ainda alcança 2 para 1, graças às imigrações, que continuam ocorrendo em grande número.”

Robert Shapiro ressaltou que os investimentos privados e capital estrangeiro podem criar novos empregos, novos negócios, introduzindo a competitividade no mercado. “Investimento estrangeiro alavanca a produtividade. O Brasil pode expandir sua força de trabalho para além da mão de obra básica e formar trabalhadores mais especializados. O caminho está aberto, atualmente vemos altas marcas no Ensino Superior brasileiro, mas o Ensino Básico não acompanha esse crescimento”.

Assim, o economista prevê que modernização dos emergentes e manutenção no topo dos grandes só acontece por meio da globalização, trazendo benefícios, enriquecendo os países e formando consumidores.

Quem é Roberto Shapiro

PhD pela Universidade de Harvard e principal conselheiro econômico das campanhas presidenciais de Clinton, Al Gore e John Kerry, Shapiro é atualmente diretor da Iniciativa de Globalização da organização política NDN e Presidente da Climate Task Force (entidade que estuda as mudanças climáticas globais e propõe linhas de ação).

Fonte: http://www.mackenzie.br/portal/principal.php

Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com/

terça-feira, 10 de maio de 2011

WORKSHOP DE PERÍCIA ECONÔMICO-FINANCEIRA

18/05/2011 - 18h30 às 20h30

Auditório Jamil Zantut do Corecon-SP



"VOLUATION - MODELO DE CÁLCULO DE CUSTO MÉDIO
PONDERADO DE CAPITAL"
Expositor:


FRANCISCO D'ORTO NETO, Economista, Mestre em finanças pela PUC-SP. Professor/coordenador de MBA em finanças pela Faculdade Trevisan. Membro do Comitê Internacional de Normas Contabéis - ISAR/ONU e do Forúm de Perícias e Avaliações - Corecon-SP. Faz parte da Ordem dos Economistas e do Sindecon-SP. Consultor de negócios de fusões e aquisições, especialista em avaliação de empresas (voluation).
Inscrições:
Fone: (11)-3291-8722 ou 3291-8721 ou
pelo email:
eventos@coreconsp.org.br
(Na inscrição, informar número do registro, nome completo,
RG e telefone para contato).


Local: CORECON-SP - Auditório “Jamil Zantut” Rua Líbero Badaró, 425 – 14 andar
(estacionamento gratuito na R. Líbero Badaró, 382 - Centro)

domingo, 1 de maio de 2011

O espírito do capitalismo por Michael Novak


Karl Marx (1818-1883) sustentava que o capitalismo era constituído pela propriedade privada, pelas trocas privadas (ou mercados) e pelo lucro privado. No entanto, essa definição era, na verdade, uma inversão do seu sonho de socialismo: a abolição da propriedade privada, o controle estatal da distribuição por comando, e a apropriação pelo Estado de todo o lucro. No tocante ao capitalismo, Marx falhou em notar que todos os três pontos de sua definição pertenciam a quase toda a economia tradicional, ao menos nos três últimos milênios. Não levou em conta o que é novidade nesse novo sistema econômico, que quase todos os estudiosos reconheceram ter aparecido somente nos últimos três séculos – apesar, é claro, de terem aparecido pressentimentos muito antes.

Por exemplo, até mesmo no período bíblico, havia propriedade privada. De outro modo, o mandamento “Não roubarás” não faria sentido. E havia mercados muito ativos. Jerusalém na época bíblica não era nada mais, economicamente falando, do que um mercado – um mercado na interseção de três continentes. Há vários lucros privados no período bíblico. A Bíblia está cheia de estórias sobre eles, e foi dos dons advindos desses lucros que o grande e belo Templo de Salomão foi construído. Propriedade privada, mercados e lucros são marcas da economia tradicional, e não algo novo e próprio da economia capitalista.

O que é próprio do capitalismo é o dinamismo central, o foco de uma grande quantidade de instituições e práticas simples e encorajadoras. Esse dinamismo central, esse foco vívido, é a ação de um intelecto criativo e prático exercendo a virtude do empreendimento. “Empreender” (a virtude de um agente, para a qual em algumas línguas essa palavra nem mesmo existe) é o hábito intelectual de notar, de descobrir e inventar – a capacidade de ver novas possibilidades práticas antes dos outros. O que faz o capitalismo tão dinâmico é ter a sua fonte nesse hábito mental poderoso e inovador. Assim, o sistema é chamado pelo seu “caput” – no sentido do juízo, da inventividade e da descoberta.

Na Antigüidade e na Idade Média – nas eras pré-capitalistas – a riqueza advinha da propriedade de grandes estâncias, vinhedos e pomares, ou de grandes recompensas de serviços prestados ao governo (por exemplo, no caso dos generais de grandes exércitos). Durante o período capitalista, a causa da riqueza mudou da propriedade de terras para a propriedade de visões criativas: visões de produtos novos e melhores, ou de processos de produção, de distribuição ou de novos serviços nunca antes disponibilizados.

Em síntese, a realidade fundamental do capitalismo é uma realidade espiritual: frutífera e geradora de novas visões. Quando Ronald Reagan (1911-2004) se tornou presidente dos Estados Unidos, por exemplo, os computadores pessoais eram relativamente raros, bem como os telefones celulares, as técnicas de biotecnologia, a Internet e as fibras óticas. O que são hoje as maiores indústrias do mundo, em 1980 nem mesmo existiam. Imensas e novas fortunas foram construídas como fruto dessas descobertas. Isso pode ser visto no caso do relativamente jovem Bill Gates, que é uma das maiores fortunas do mundo por causa de suas invenções – suas patentes e direitos de reprodução, ou seja, sua propriedade de idéias.

A experiência mostrou que mesmo o que se pensava ser uma coisa totalmente material como o dinheiro – o vil metal – deriva o seu real valor das propriedades que pertencem mais ao espírito humano do que às meras realidades materiais. Quando as pessoas perdem a confiança em seus governos e no valor da moeda, esses valores se tornam quase sem valor. Pensemos na Alemanha durante o período da República de Weimar, quando as pessoas precisavam de carrinhos de mão de dinheiro sem valor para comprar uma bisnaga. Quem pensaria que a fé política e a confiança valiam mais do que o sólido e imundo dinheiro? Muitas vezes valiam.

Ademais, há outra maneira pela qual a introdução das economias capitalistas na história mundial, num primeiro momento de modo lento e somente em alguns lugares, revolucionou a ordem moral. Antes da introdução do capitalismo, era sábio dizer “pobres tereis sempre convosco”. A existência dos pobres, de fato, de grandes massas de pobres – na verdade, de grande maioria de pobres – ainda não era tida como imoral, mas como uma mera realidade da vida. Tal pobreza era quase universal, ampla e comumente comentada como inevitável. Ninguém pensava em mudar essa situação. Ninguém pensava nisso como um escândalo.

Mas, então, como notou Hannah Arendt (1906-1975) no maravilhoso livro “On Revolution” (Sobre a Revolução), os europeus começaram a perceber o novo experimento na América do Norte, no qual centenas de milhares de ex-pobres dentro de uma ou duas gerações estavam vivendo em casas confortáveis e próprias, desfrutando uma prosperidade sem precedentes na Europa, num novo continente onde quase todos tinham por certo o advento da pobreza. Essa possibilidade totalmente desconcertante e nova chocou a consciência da Europa e criou, como mostra Arendt, “Das Sozial Problem”, a crise de consciência de onde surgiu o socialismo e outros movimentos de grande reforma social.

Foi Adam Smith (1723-1790) quem em 1776 fez a mais importante das perguntas revolucionárias: não, se eu puder explicar, “Qual é a causa da pobreza?” (essa seria uma pergunta ociosa, se qualquer um pudesse imaginar como seria descobrir a resposta. Suponha que você descubra a causa da pobreza – ótimo! Agora você saberá como criar mais pobreza! Pergunta errada). Pelo contrário, Adam Smith fez a pergunta que René Descartes (1596-1650), Santo Tomás de Aquino (1225-1774), Aristóteles (384-322 a.C.) e todos os pensadores anteriores fizeram vista grossa – “Qual é a natureza e as causa da riqueza das nações?”. Por favor, notem: das nações e não dos indivíduos. Adam Smith estava buscando uma teoria “social”. Estava prescrevendo uma série de reformas sociais de aplicação “universal” (o oposto da polêmica socialista, os anglo-saxões não são meros individualistas, mas constantes na defesa de uma forte perspectiva social e comunitária). Ele foi o primeiro homem na história a conceber um mundo onde a pobreza seria banida, um mundo de “riqueza universal” (expressão dele), um mundo onde cada mulher, homem e criança seriam libertados da prisão da pobreza. Esse era seu objetivo. Esse é o objetivo do capitalismo. Essa é a principal fonte de moralidade do capitalismo.

Ninguém jamais sonhou com tal visão... e de uma forma prática, institucional, altamente inteligente e criativa... com um pequeno arsenal de instituições, práticas e métodos recomendáveis para a ação. A tarefa de trazer todo o mundo do subdesenvolvimento para o desenvolvimento começou com Adam Smith, a grande tarefa de tirar o peso da pobreza de cada mulher e homem dentre os pobres. Essa tem sido, até os dias de hoje, a missão universal do capitalismo.

E isso ainda tem sido posto em prática hoje. Consideremos isso: muito poucos em todo o mundo ocidental notaram o grande “milagre econômico” que vem ocorrendo no continente asiático desde 1980. Entre esses países, as economias gigantes da China e da Índia têm se voltado para métodos econômicos capitalistas – liberando o dinamismo do empreendedorismo individual, da iniciativa e da criatividade tanto entre os camponeses como nos habitantes das cidades. E, nesse processo a China e a Índia terão, dentro de vinte breves anos, tirado mais de meio bilhão de pessoas da pobreza. Nunca tantas pessoas saíram da terrível pobreza em tão pouco tempo em qualquer outro ponto do mundo – e nesse caso numa área bem ampla.

Como Jagdish Bhagwati mostrou no brilhante texto “In Defense of Globalization” (Em defesa da globalização), o enorme potencial criativo do capitalismo global pode ser melhor visto em comparação com as trajetórias da África e da Ásia no último quartel de século. Em 1970, setenta e seis por cento (76%) dos pobres do mundo estavam na Ásia, ao passo que onze por cento (11%) estavam na África. Por volta de 1998, a China e a Índia já tinham tirado tantas pessoas da pobreza que essas porcentagens quase tinham se invertido. A Ásia agora tem quinze por cento (15%) dos pobres do mundo, ao passo que a África apresenta sessenta e seis (66%). Num período relativamente breve de três décadas, a China e a Índia tiram mais meio bilhão de pessoas da pobreza.

Este é um grande trabalho de justiça social, tirar quinhentos milhões de pessoas da pobreza. Isso nos ensina uma nova lição, a criação de negócios geradores de empregos – principalmente pequenos negócios – são as instituições chave mais estratégicas na luta por justiça social no mundo hoje. A criação de negócios geradores de empregos é “a melhor – e única – esperança para os pobres”. Pequenos e grandes negócios também são a melhor esperança para a sociedade civil. Só eles geram os fundos privados que são disponibilizados para associações voluntárias que vão de encontro às necessidades dos pobres.

Os pequenos e grandes negócios também são as melhores esperanças para a democracia. Se todas essas pessoas adotarem a democracia, essa é a oportunidade de votar a cada dois ou quatro anos, ao passo que nenhum melhoramento irá acontecer nas condições econômicas, se eles não amarem a democracia. O que as pessoas mais amam na democracia é a oportunidade econômica e a prosperidade que a economia livre traz para elas. É o “capitalismo” democrático que elas amam, e não meramente a democracia.

Finalmente, o capitalismo instila em populações tradicionais uma nova, e em alguns aspectos, uma moral pessoal mais elevada. Ele exige contas transparentes e honestas. Insiste no Estado de Direito e na estrita observância dos contratos. Ensina a trabalhar duro, estimula a inventividade, a iniciativa e o espírito de responsabilidade. Ensina a paciência com pequenos ganhos, e favorece o aumento com avanços constantes e estáveis. Durante o século XIX, a Grã-Bretanha alcançou uma média de crescimento de 1,5% do PIB por ano, com o feliz resultado da renda média do trabalhador comum inglês quadruplicar num único século. Os hábitos morais da invenção, da descoberta, do trabalho árduo, da persistência, da poupança, do investimento e da seriedade moral trouxeram a única grande transformação na condição dos pobres em todos os tempos – os maiores avanços na higiene, na medicina, na longevidade e no bem-estar físico em toda a história.

O capitalismo traz consigo uma imensa transformação, e a raiz dessa transformação é moral. Aquelas pessoas e nações que negligenciam a ecologia moral de suas próprias culturas não aproveitarão os frutos de tais transformações – ou, tendo-os provado, irão recair num rápido declínio. O capitalismo é um sistema moralmente exigente. Ele deve ser moral, ou irá titubear, cair e falhar.

Tradução de Márcia Xavier de Brito
Publicado em 01 de agosto de 2006


Fonte: http://www.cieep.org.br/index.php?page=artigossemana&codigo=492

sábado, 2 de abril de 2011

Título da Comunicação: A Teologia da Economia no pensamento do filósofo católico Michael Novak

3º Congresso ANPTECRE
http://www.anptecre.org.br/3anptecre/gts/gt03.html

Grupos Temáticos

GT 3: Religião, Teologia e Economia

Ementa:

A recente crise despertou um interesse maior pela economia. Assistimos um verdadeiro bombardeio de notícias econômicas. Este GT busca estimular uma pesquisa interdisciplinar sobre a relação entre religião, teologia e economia. Reflexões teológicas e das ciências sociais já mostraram as dimensões religiosas e teológicas das lógicas e teorias econômicas contemporâneas, em especial do sistema de mercado capitalista; assim como as dimensões e pressupostos econômicas dos sistemas religiosos. A partir desse pressuposto, este GT pretende discutir questões como: a economia como um lugar teológico ou objeto de reflexão crítica da teologia; aspectos religiosos e teológicos do capitalismo; teologia da libertação e economia; Doutrinas Sociais das Igrejas cristãs e a economia contemporânea; Sagrada Escritura e Economia; globalização econômica, utopias e éticas teológicas.

Explicitador e referência para contatos:

ÉLIO ESTANISLAUGASDA (FAJE – BH), gasdasj@hotmail.com

Título da Comunicação: A Teologia da Economia no pensamento do filósofo católico Michael Novak

Luis Cavalcante(*) , prof.luiscavalcante@bol.com.br, Universidade Presbiteriana Mackenzie

Resumo: A Teologia da Economia no pensamento do filósofo católico Michael Novak. Têm pesquisas apontando para cosmovisões religiosas e teológicas do pensamento e da prática econômica, e o inverso também é perceptível, ideologias econômicas com suas variáveis pragmáticas influenciando os aspectos religiosos e teológicos. A análise da elaboração de uma teologia da economia com os pressupostos do filósofo católico Michael Novak, principalmente, a partir de sua obra principal O Espírito do Capitalismo Democrático, fornece elementos analíticos dentro de uma consciência epistêmica e de uma multiparadigmaticidade que pode nos ajudar em entender melhor ou aumentar a complexidade da relação da teologia e economia e da economia com a teologia. A economia tem se tornado uma “ciência superior”, no sentido de impor para as análises sociais, religiosas e políticas a supremacia do raciocínio econômico; transformando a economia em economicismo, ou seja, a coisificação e reducionismo da vida; o todo e a realidade são reduzidos ao aspecto econômico. A própria epistemologia econômica pode se beneficiar das críticas teológicas e das ciências da religião no aprofundamento da sua teoria econômica. Novak desenvolve uma Teologia Econômica que apontam para estruturas morais subjacentes para pôr em funcionamento as práticas da democracia e do capitalismo. Para Novak, o capitalismo democrático não seria apenas um sistema econômico, mas um sistema de vida e que têm o seu próprio ethos: evolução do pluralismo; respeito pela contingência e consequências involuntárias; o sentimento do pecado; uma nova e diversa concepção de comunidade, do indivíduo e da família. Compreender as estruturas morais subjacentes da teologia econômica católica de Novak é o desafio desta comunicação.

(*) Mini-currículo: Formado em Teologia pelo IBAD/Pindamonhangaba/SP, Contabilista/Arujá/SP, Bacharel em Ciências Econômicas pelo Centro Universitário UniSantanna/SP, Cursos de Extensão Universitária em Administração e Liderança pela UNISA - Universidade de Santo Amaro/SP e Educação na UNINOVE/SP. Mestrando em Ciências da Religião pela UPM - Universidade Presbiteriana Mackenzie/SP.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Abaixo, uma aula de radicalidade e tolerância com o economista americano e negro WALTER WILLIAMS e a mentalidade pobre e estatal do jornalista Luis Fernando Silva Pinto da Rede Globo

Abaixo, uma aula de radicalidade e tolerância por Reinado Azevedo

Não participo de linchamentos. Nem de Jair Bolsonaro nem de ninguém. Há pessoas por aí que são favoráveis à liberdade de expressão desde que seja daqueles que pensam como elas. Já disse o que acho das declarações do deputado. Já escrevi também que o considero, na prática, um aliado objetivo daqueles a quem combate.

Abaixo, há uma entrevista do economista americano Walter Williams ao jornalista Luis Fernando Silva Pinto, apresentada no programa “Milênio”, da GloboNews. Williams havia falado à VEJA três semanas antes. Nesta conversa, fica evidente que o jornalista é hostil ao pensamento do entrevistado.

Economista, negro, adversário das cotas raciais, defensor radical do livre mercado, o professor da Universidade George Mason afirma:

“Eu valorizo muito a livre associação. Quando você diz que acredita na livre associação, você deve permitir que as pessoas sejam livres para se associarem de forma que você despreza. É o verdadeiro teste do comprometimento [com o que se acredita].




Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/abaixo-uma-aula-de-radicalidade-e-tolerancia/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+ReinaldoAzevedo+%28Reinaldo+Azevedo%29&utm_content=Twitter

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PARA PENSAR:

"(...) nosso plano deve ser guardar a PALAVRA DO SENHOR no recôndito de nossa mente; pois este discuro sobre a bem-aventurança (Salmo 119) tem por seu clímax o testemunho do SENHOR, e unicamente pela comunhão diária com ELE, mediante sua PALAVRA, é que podemos nutrir a esperança de aprender seu caminho, ser purifificados de toda mácula e esforçar-nos por andar em seus estatutos. Tomando como ponto de partida esta exposição sobre a bem-aventurança, visualizamos o caminho para ela, e sabemos onde sua lei pode ser encontrada. Oremos para que, prosseguindo em nossa meditação, desenvolvamos o hábito de andar em obediência, e por fim sintamos a bem-aventurança da qual lemos aqui." - SPURGEON, Charles Haddon. Salmo 119: O alfabeto de Ouro. São Paulo: Edições Parakletos, 2001.

Prof. Luis Cavalcante
Presbítero da IPB/IPO - Igreja Presbiteriana do Brasil em Osasco/SP
Fundador e Coordenador do ICER - Instituto de Cultura e Educação Reformada
Fones: (11) 3448-3124 / 9675-4019
E-mail: prof.luiscavalcante@bol.com.br
Blog: http://luis-cavalcante.blogspot.com/

Soli DEO Gloria

JESUS CRISTO é o FUNDAMENTO e o SENHORIO Epistemológico
(Gn. 1:1; I Co. 3.11; II Co. 10:4-5; Col. 2:3; PV.1:7 e Sl. 119)

Filosofia de Ministério: SETE PONTOS DO CALVINISMO
http://luis-cavalcante.blogspot.com/2011/03/sete-pontos-do-calvinismo-que-estamos.html